Desde a sua fundação, em 2009, o GT Fenomenologia tem como objetivo principal abordar temas relevantes a partir da obra de Husserl ou mesmo da produção daqueles autores que, de uma maneira ou de outra, marcaram singularmente seus nomes no que se convencionou chamar de “tradição fenomenológico-existencial”, seja na Alemanha, com Heidegger e Scheler; seja na França, com Gabriel Marcel, Ricœur, Sartre, Merleau-Ponty, Levinas, entre outros.
O grupo se ancora, portanto, em dois eixos principais de trabalho a partir desse cenário em pauta: O primeiro se concentra em temas diretamente ligados ao projeto filosófico inaugurado pela fenomenologia transcendental de Edmund Husserl e seu redimensionamento crítico do naturalismo e do psicologismo.Para tanto, diferentes temas são abordados, tais como: “idealismo/realismo”, “método/redução”, “intencionalidade”, “experiência”, “intersubjetividade”, “Lebenswelt”, etc.
Em relação ao segundo eixo estão presentes temas cuja inspiração maior nos remete a pensadores que contribuíram decisivamente para uma reorientação crítica da herança husserliana, ora em solo alemão, ora em solo francês, tendo como temas corolários: “facticidade”, “ser”, “percepção”, “corpo”, “linguagem”, “temporalidade”; “liberdade”, entre outros.


